Material para Economia 1, primeira parte

Caros alunos de Economia 1, boa tarde. Segue abaixo um conjunto de links para vocês baixarem e imprimirem material de suporte às aulas. Dentro de algumas semanas, um segundo "pacote" de fichas e exercícios será disponibilizado.
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- Fichas de aula, Semanas 1 e 2
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- Fichas de aula, Semanas 3, 4 e 5
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- Fichas de aula, Semanas 6, e 7.
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- 1a Lista de exercícios de Revisão.
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- 1a V.A. do curso ministrado em semestre passado.
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Abraços, Luiz Maia.

Debate sobre Privatizações, EBC

Caros estudantes, segue abaixo uma lista de argumentos contrários à privatização no Brasil. Há outros, não resta dúvida, mas as considerações abaixo serão suficientes para nosso debate em sala de aula.
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Oriento todos a pesquisarem, a se posicionarem sobre cada um dos argumentos - se possível, lançando mão de citações pertinentes - e a levantarem outros pontos (favoráveis ou desfavoráveis).
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Argumentos contrários à PRIVATIZAÇÃO NO BRASIL:
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1-O governo transferiu recursos públicos para grupos nacionais e estrangeiros:

a) Ao vender ativos públicos por preços baixíssimos;

b) Ao assumir parte das dívidas das empresas antes de vendê-las;

c) Ao investir nas empresas estatais, antes de vendê-las;

d) Ao utilizar recursos públicos, via BNDES, para financiar a compra das empresas;

e) Ao aceitar as chamadas “moedas-podres” como parte do pagamento.

f) Ao favorecer, de maneira ilícita, este ou aquele grupo econômico no processo de licitação, com vistas ao recebimento de propina ou a outras formas de favorecimento pessoal.
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2-As empresas privadas oferecem serviços insatisfatórios, cobrando tarifas abusivas;

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3-O governo transformou oligopólios/monopólios públicos em privados;


4-O governo não promoveu uma “privatização democrática”, como a ocorrida na Inglaterra, com a pulverização da sociedade e a ampla oferta de ações a pequenos investidores;


5-As empresas estatais, uma vez privatizadas, demitiram muitos funcionários e ampliaram o quadro de desemprego e empobrecimento da população;


6-A justificativa de ABATER DÍVIDAS e FORTALECER AS FINANÇAS PÚBLICAS não era verdadeira, uma vez que a dívida pública cresceu muito no período.


7-A privatização se insere na lógica do Estado Mínimo, na doutrina neoliberal;


8-Foi o governo quem quebrou – deliberadamente – as empresas, sucateando suas estruturas para justificar a venda;


9-O governo promoveu enormes elevações de tarifas públicas antes da privatização e, nos contratos de concessão, autorizou as empresas a reajustarem suas tarifas anualmente – segundo a inflação. Não houve, como em outros países, foco sobre a redução dos preços aos usuários nas propostas de compra;


10-Empresas estatais são geridas tendo em vista o interesse público, não a acumulação privada de lucros.
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Fichas EBC novas

Clique aqui para baixar as fichas de aula relativas às semanas 9 e 10 da disciplina Economia Brasileira Contemporãnea...
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... e agora clique AQUI para baixar as fichas de aula referentes às semanas 11 e 12!!
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... e ainda clique AQUI para baixar as fichas (atualizadas) das semanas 12 e 13.
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... e, FINALMENTE, clique AQUI para obter as últimas fichas da disciplina.
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Exercícios de Revisão Economia 1

Clique aqui para baixar a lista de exercícios. Respostas comentadas estarão disponíveis aqui a partir de 18/06.

Economia I na UFRPE: como em Harvard!

Interessante artigo deste domingo no New York Times (24/05), escrito pelo autor do nosso livro-texto Greg Mankiw, nos leva a uma reflexão interessante: os princípios de economia ensinados na UFRPE são os mesmos lecionados em Harvard.

Talvez ainda mais interessante seja perceber que esses princípios se aplicam, de fato, tanto aos problemas da nossa realidade recifense, como na bela capital de Massachussets - cidade, até aqui, mais afetada pela crise finaceira mundial do que a nossa.

Gasto Público (2)

Mais uma notícia reveladora sobre a qualidade do gasto público no Brasil. O Blog do Josias, da Folha Online, traz os dados principais de um estudo elaborado por consultores da Câmara dos Deputados... constata-se que o gasto público com salários e benefícios por deputado brasileiro é o segundo maior do mundo, só perde para os EUA. O gasto por deputado brasileiro chega a ser mais de três vezes superior ao gasto de países europeus, como a Itália, e duas vezes superior ao gasto da França (por deputado).

Tudo isso pago por nós, gerações de contribuintes passivos diante de nossa realidade... ou será que já começamos a nos indignar, verdadeiramente? Deixe sua crítica, comentário ou opinião clicando abaixo.