Macroeconomia de Lula & Dilma

23/09/12

Interessante a matéria da Folha de São Paulo de hoje (clique aqui), sugerindo que Dilma estaria inovando na política econômica.
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Creio ser fantasiosa a tese de que Dilma faz o que Lula optou por não fazer - alterar a política macroeconômica de FHC. O câmbio administrado (ao invés de flutuante) e a tolerância com inflação acima de 5% por dois anos (impensável, na gestão Meirelles) são ambos resultado de uma mudança conduzida POR LULA há 5 anos: a troca gradual (e constitucional!) da diretoria do Banco Central, agora composta de maioria desenvolvimentista e subserviente ao Mantega. Enganou-se, portanto, quem achou que Lula e o PT haviam "evoluído" para uma concepção mais conservadora sobre o valor da estabilidade monetária. Afinal, eles foram contra o Plano Real, contra a Lei de Responsabilidade Fiscal e contra o Sistema de Metas de Inflação. 


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Só me surpreende - juro! - que o Tombini (Presidente do Banco Central), que conheço e admiro, se mostre tão omisso diante do desmonte.



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Ambiente Macro, MBA Ibmec/FA7 (Fortaleza)

Conforme discutido em sala de aula, segue abaixo uma série de links para vídeos e materiais de suporte à disciplina Ambiente Macroeconômico, lecionada em Fortaleza:
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1a Lista de Exercícios, Soluções Comentadas;
2a Lista de Exercícios, Soluções Comentadas;
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1o. Vídeo, Economia Descomplicada (Demanda e Oferta);
2o. Vídeo, Economia Descomplicada (Equilíbrio e Concorrência);
3o Vídeo, Prática com Deslocamentos de Demanda e Oferta;
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E para a parte final da disciplina... :
4o Vídeo, Demanda e Oferta Agregadas;
5o Vídeo, Demanda e Oferta Agregadas;
6o Vídeo, Demanda e Oferta Agregadas;
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Abs!




Gestão Financeira (MBA Gestão, Recife)

Prezados, conforme combinado, ofereço (clique aqui) lista de exercícios de suporte ao aprendizado, na disciplina Gestão Financeira, Recife (City Business School).
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Para quem já trabalhou nos exercícios, ofecereço a solução comentada para cada um deles, bastando clicar aqui.
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Abaixo, seguem ainda links para vídeos, com resoluções de outros exercícios que podem complementar a preparação para a avaliação final:
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Vídeo 01
Vídeo 02
Vídeo 03
Vídeo 04
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.Abraços!
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Vídeos, Ambiente Macroeconomico (Ibmec/Recife)

Prezados, conforme conversado, submeto o material adicional de suporte à disciplina Ambiente Macroeconômico:
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Exercícios Adicionais Resolvidos:
Video1 Video2 Video3

Por que Dilma mexeu na Poupança (II)?

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Muito bom o texto do novo parceiro no Blog Educação de Bolso, Professor Marcelo Barros (clique aqui para lê-lo). Ao explicar, com muita precisão, as razões do governo para a mudança, contudo, o colega acabou me levando a avaliar criticamente essas razões.
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A lógica, de maneira resumida: haveria espaço para novos cortes na Selic... e, ao cortá-la, o Banco Central faria com que a remuneração de títulos de curtíssimo prazo da dívida pública fossem menores que a da caderneta; isso, por sua vez, levaria investidores a optarem pela última, tornando complicada a gestão da dívida de curto prazo. Como novos cortes na Selic precisam vir, para gerarmos mais empregos e renda, vamos mudar a regra de remuneração da poupança.
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Aí, não custa perguntar:
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1. Há, mesmo, espaço para novos cortes na Selic? Bom, dada a apatia industrial, não restaria dúvidas... mas o comércio e os serviços, salvo engano, são os itens que mais pressionam a inflação hoje. Será prudente seguir cortando fortemente os juros básicos, sem termos clareza da trajetória dos preços ainda neste ano calendário? Não creio que seja.
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2. Cortar Selic não significa, necessariamente, cortar juros para o tomador de crédito... para tornar mais baratos os empréstimos, temos uma agenda ampla, que passa pela concorrência no setor bancário (ponto para Dilma!), mas também pela redução dos depósitos compulsórios, pela redução da tributação sobre o crédito e por uma complexa teia de subsídios cruzados (ou seja, juros baixos para uns poucos, em troca de juros altos para muitos).
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3. Por que a dívida de curto prazo, atrelada a Selic, precisa ser tão atraente? Não seria interessante retirar sua atratividade lentamente, no processo de emissão de mais títulos pré-fixados? Não é essa uma das metas na gestão da dívida, bem sucedida nos últimos 15 anos...?
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4. Será prudente seguir praticando políticas fiscal e monetária expansivas, particularmente as voltadas para o aumento do CONSUMO, quando o país não consegue elevar de maneira consistente o INVESTIMENTO? Desestímulos à poupança não seria tornar ainda mais desequilibrada essa demanda agregada interna?
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Quanto mais penso nessas questões, mais acredito que a decisão da Dilma foi ousada apenas do ponto de vista político... sob o olhar econômico, trata-se de mais um remendo, típico de quem não reconhece a necessidade de reformas profundas.
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Luiz Maia.
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Vídeo-Atividades de 26 e 30 de abril

Seguem abaixo links para dois vídeos, relativos às atividades de 26 e 30 de abril - em que não tivemos aula presenciais:
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Abraços a todos!
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